Coma sem sujar as mãos

Postado por Mazinha

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Desde que me conheço por gente, quando vou em um restaurante e tem aquele galeto maravilhoso me atraco com unhas e dentes... olho para o lado e vejo as pessoas comendo coxa e asa de galinha com garfo e faca e se acham com a razão... não sabem que o limão cortadinho serve justamente para limpar os dedos. Galinha, lagosta (chique) e costelinha de porco ou de ovelha foram feitos para comer com as mãos mesmo, larga de frescura e come a vontade!

Mas você me fala "ah... mas existem lugares muuuuito formais que existe a necessidade de agir assim" e eu digo que é por isso que estou escrevendo este artigo, para acabar com esta situação embaraçosa entre bárbaros e pessoas "civilizadas". Estou falando do Trongs, uma garra feita de polipropileno que você encaixa em seus dedos e pode comer sem sujar as mãos. A utilização é super ergonômica e prática, ele despedaça os alimentos com facilidade e você coloca e retira dos dedos tranquilamente sem sujá-los e o melhor, não precisa limpá-los chupá-los depois de comer a dita carne.

Quantas são as vezes que você está atracado com unhas e dentes naquele rango e de repente o celular toca... ou chega uma pessoa para lhe cumprimentar, ou você pega o copo e é gordura para todo o lado ou ainda quando você opta por comer e acessar seu note ao mesmo tempo... a lambança tá feita...

O Trongs também pode ser utilizado para servir frios, comer salgadinhos e batatas fritas sem sujar as mãos com o sal, preparar alimentos sem "melecar" as mãos, comer frutas como manga, etc. Trongs tem "n" aplicações. O legal dele é que podemos comer com as mãos (que é o divertido) e ainda é higiênico, pois não precisamos mais lavar as mãos (brincadeirinha).
O fabricante vende esta criativa garra em diversas cores e também pode incluir logotipos personalizados. Muito bacana para restaurantes fazerem um diferencial para seus clientes.

O Trongs é vendido em pares, um pacote com seis pares custa apenas US$ 4.99 e pode ser comprado aqui.

Alimentos formadores de gases

Postado por Mazinha

Cereais e derivados: batata doce e “inglesa”, integrais em geral, farelos de cereais, gérmen de trigo, milho.

Frutas: abacate, jabuticaba, jaca, maçã, melancia, melão e uva-passa.

Hortaliças: aipo, alho, brócolis, cebola, couve, espinafre, folha de mostarda, nabo, pepino, rabanete, repolho.

Frutos oleaginosos: amêndoa, amendoim, nozes.

Leite e derivados: coalhada, creme de leite, iogurte, leite condensados, queijos.

Leguminosas: ervilha, fava, feijões, grão-de-bico, lentilha, soja.

Ovos.

Pães bem bizarros

Postado por Mazinha


Pode não parecer, mas os bizarros objetos abaixo são pães. A iguaria pode ser encontrada na Tailândia, mais precisamente na província de Ratchaburi (100 km a oeste de Bangkok).
O dono diz fazer aquilo para disseminar o pensamento busdista, onde devemos acreditar no que as coisas são e não no que parecem. A ideia pode ser boa, mas que é bizarra é.


















O bacon mais nojento do mundo

Postado por Mazinha

Agora quando sua mãe for no super mercado você vai falar: Trás ketchup, mostarda, maionese e… Bacon. Credo. Apesar do “bacon de pote” ter uma apresentação terrível, o fabricante garante que o produto é feito 100% com bacon. Cada tubo pode servir até 16 pessoas, gerando aproximadamente 64 fatias de Bacon!

Se você ficou com água na boca (talvez por uma ansia), clique aqui e compre agora mesmo o Squeez Bacon® por apenas 8 dólares.

Acessório de silicone semelhante ao chocolate para iPhone

Postado por Mazinha


Você pode facilmente enganar alguém a pensar que você está transportando uma deliciosa barra de chocolate. hauhauahua

Dicas para escolher um bom vinho

Postado por Mazinha

Esqueça que os vinhos mais velhos são os melhores, isso nem sempre é verdadeiro. É válido por um limite de tempo e só para vinhos sofisticados. Evite comprar vinhos com mais de quatro anos, principalmente os brancos.

Examine a garrafa, o nível do líquido e as condições da rolha.
Se sob a luz amarelão vinho branco estiver muito amarelado, e o tinto muito acastanhado, revela oxidação (características alteradas pelo contato do líquido com o ar) dos líquidos.
Guarde a garrafa em lugar escuro, arejado e de temperatura estável, ou uma adega. Ponha a garrafa deitada para evitar o ressecamento da rolha.

Guardar os brancos na parte inferior e os tintos na parte superior, posto que resistem melhor as temperaturas mais altas.

Compre apenas uma garrafa do vinho que ainda não conhece, se aprová-lo, compre mais.

Para reduzir a chance de comprar vinho oxidado, escolha locais com boa rotatividade de estoque. Prefira o setor de bebidas de grandes supermercados, lojas especializadas ou importadoras, mas para preços mais acessíveis e qualidade garantida, procure as vinículas.

Não se impressione com preços e rótulos: para os brasileiros atente para a palavra reserva, os franceses têm a sigla AOC (appellation d origine controlée), nos italianos DOC / DOCG (denominazione di origine controllata / e garantita). Não compre vinhos de mesa franceses, pois são ruins.

Harmonize a bebida com a comida: pratos delicados pedem vinhos leves / frutados, molhos elaborados, vinhos mais encorpados. Comidas agridoces, vinhos menos secos, frutos do mar, espumantes secos.

Nos contra-rótulos das garrafas há sugestão de pratos e características dos vinhos.

Alguns pares: comida italiana com vinhos Chianti, parrillada argentina para tinto Malbec, queijos salgados (roquefort, gorgonzola) para vinhos doces tipo Late Harvest, Ementhal com Sauvingnon blanc, para os portugueses, bacalhau.

Bife e hambúrger aumentam risco de morte.

Postado por Mazinha

Comer bife e hambúrger parece aumentar o risco de morte; perú e frango podem prolongar a vida, concluiu um estudo norte-americano.

O consumo da carne vermelha, como os bifes, ou transformada, como os hambúrgeres, parece aumentar o risco de mortalidade, enquanto o consumo de carne branca, perú e frango, pore xemplo, parece reduzi-lo, segundo um estudo conduzido nos Estados Unidos e cujos resultados foram publicados segunda-feira.

O estudo foi conduzido em mais de meio milhão de pessoas durante dez anos. Os participantes, homens e mulheres tinham idades compreendidas entre os 50 e os 71 anos no início do estudo, em 1995. Responderam então a um questionário sobre o seu consumo de carne vermelha, transformada e carne branca.

Foram depois seguidos durante dez anos através, nomeadamente, das estatísticas dos serviços de segurança social. Durante este período, morreram 47.976 homens e 23.276 mulheres.

Um quinto dos homens e mulheres que comeram mais carne vermelha (uma quantidade média de 62,5 gramas por mil calorias absorvidas diariamente) tinha um risco mais elevado de mortalidade comparativamente aos que tinham consumido menos (9,8 gramas por mil calorias/dia), segundo estes investigadores cujos trabalhos foram publicados nos Arquivos de Medicina Interna datados de 23 de Março.

Eles constataram os mesmos resultados em termos de risco entre os que comeram mais carne industrial ou transformada (22,6 gramas por mil calorias/dia e os que a absorveram menos (1,6 gramas/mil calorias), precisam.

Os investigadores concluíram que 11 por cento de mortes entre os homens e 16 por cento entre as mulheres podiam ter sido evitadas por uma redução do consumo de carne vermelha e transformada para a limitar à quantidade consumida pelos 20 por cento do estudo que menos comeu dessa carne.

Em contrapartida, uma comparação entre o quinto dos participantes que mais comeram carne branca e os 20 por cento que menos a consumiram mostra que o primeiro grupo apresentava um risco de morte ligeiramente menor.

No grupo dos participantes que menos consumiram carne vermelha e transformada, o risco de morte em consequência de doenças cardiovasculares era inferior em 11 por cento nos homens e 21 por cento nas mulheres em relação ao observado no grupo dos participantes que mais tinham consumido, sublinham os autores do estudo, investigadores do Instituto Nacional Norte-americanO do Cancro.

Vários mecanismos explicam a ligação entre o consumo de carne vermelha e o aumento do risco de mortalidade, precisam os investigadores.

Formam-se componentes cancerígenos quando a carne é cozinhada a alta temperatura.

A carne vermelha é também uma importante fonte de gorduras saturadas ligadas ao cancro colorectal e às doenças cardiovasculares.

"Os resultados deste estudo apoiam as recomendações do Instituto norte-amerciano de investigação para o cancro e do Fundo de Investigação Mundial do Cancro para diminuir o consumo de carne vermelha e transformada a fim de reduzir a incidência desta doença", sublinham os autores desta investigação.

"Futuros estudos deverão concentrar-se na ligação entre o consumo da carne vermelha e transformada e causas mais específicas de mortalidade", recomendam.

Disposto a pagar US$1.000 por uma pizza?

Postado por Mazinha

O restaurante Nino’s Bellissima, de Nova York, tem no cardápio a pizza mais cara do mundo. Preparada com lagosta fresca do Maine, quatro tipos de caviar (incluindo o Petrossian), salmão e wasabi, a "iguaria" precisa ser encomendada com 24 horas de antecedência. Cortada em oito pedaços, cada fatia sai por US$125. Alguém se habilita?

A história da cenoura

Postado por Mazinha

Vitamina A para dar e vender

A história da cenoura começa ainda na Antiguidade, período em que era cultivada na região do Mar Mediterrânio e usada como planta medicinal. O vegetal, de origem afeganistã, era cozido em ensopados para auxiliar na recuperação de doentes. No século XIII ela se popularizou na Europa, de onde mais tarde migrou para a América. O consumo de cenoura crua, em forma de salada, ganhou as mesas apenas no século XX. A inconfundível cor alaranjada que o vegetal carrega deve-se à presença de grandes quantidades de beta-caroteno, substância transformada em vitamina A pelo corpo humano. A vitamina A previne a cegueira noturna e pode ajudar a diminuir os níveis de colesterol no sangue. Além disso, o vegetal também possui fibras, potássio e é fonte de vitamina C. Uma cenoura média tem mais de 200% da quantidade de vitramina A que uma pessoa adulta necessita por dia.